Como tudo que nasce um dia morre,
Não quero mais olhar pra você.
Fui sua riqueza que nasceu da sorte
O paradigma de um mau querer (ao menos um)
Eu sou malandro de boca, de roupa e de boa
Daqueles que não faz mal a ninguém
Que não peça ou que esteja somente a toa
Esperando a sorte que lhe convém
Já dei topadas em pedras pequenas
E nelas eu mais me machuquei
Quando escapei de poucas e boas
Juro que até tentei, mas não pude agradecer a ninguém daqui
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